O livro O ato de educar em uma língua ainda por ser escrita, organizado por Walter Omar Kohan, Sammy Lopes e Fabiana Martins procura fazer reverberar as seguintes questões: em meio às crises e sob os efeitos diversos das modalidades de exercer os poderes em nosso tempo, como temos problematizado os sentidos da educação e, consequentemente, a própria atividade escolar? Como tem sido possível delinear relações mais alegres e potentes nas ações de aprender e ensinar? Por quais descaminhos novas estéticas ensinantes e aprendentes têm se manifestado? Que contrapontos temos traçado entre nossas errâncias educativas e o eterno retorno da força do que difere? Haveria algo em comum nas heterogeneidades que convergem na forma escolar?
